Apesar de ter uma lista de alguns assuntos que quero tratar aqui, sempre vou pelo momento. Hoje, falarei um pouco sobre minhas leituras.
Me considero uma péssima leitora. Tenho lido mais no Kindle, comprando na Amazon ou baixando. Comecei esse movimento quando estava lendo Guerra e Paz na edição da Cosac Naify. Passei um sábado inteiro lendo o livro. Depois de alguns dias, comecei a sentir dores nas mãos. Só depois de alguns dias consegui ligar uma coisa na outra. Outra leitura também me fez ler mais no Kindle: estou falando de Minimalismo digital: para uma vida profunda e em um mundo superficial de Cal Newport. Mas ainda tem outro ponto, mas aí é a depressão. Perdi o prazer de ter a estante cheia (segundo minha psiquiatra e meu terapeuta, esse prazer voltará). Antes olhar para a minha estante me dava um sentimento de orgulho. Já surtei várias vezes dizendo que ia dar fim em tudo. Isso só não aconteceu porque meu marido percebeu de onde vinha esse comportamento e me freou. Apesar disso, ano passado fiz um sebo vendendo livros a R$ 5 e R$ 10,00. Inclusive, ainda existem livros dos quais quero me desfazer. Você pode acessar a lista aqui e ver a capa das edições aqui.
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| Fonte: Foto de cottonbro studio no Pexels |
Mas voltando a leitura.
Quando leio no livro físico ou uma impressão, costumo fazer as anotações no próprio livro. Quando sei que poderei utilizar algo daquela leitura faço anotações no aplicativo Capacities, uma mistura de Notion com Obsidian. Montei meu 2º cérebro (termo criado por Tiago Forte). la. Estou para gravar um vídeo mostrando como funciona esse meu repositório de leituras.
Também faço anotações no meu diário ou no bullet journal porque eles sempre estão ao alcance da mão. Ando com eles pela casa. Estou sempre folheando, relendo esses cadernos, especialmente o BuJo.
Para 2026 e os anos futuros, criei um caderno de leituras, uma espécie de diário que me acompanhará toda a vida. Para completar o pacote, uso o app do Kindle no celular e computador. Uso os dois para exportar as anotações para o Readwise. Funciona assim: leio no Kindle e vou fazendo destaques e, às vezes, fazendo anotações. Quando termino a leitura, acesso um dos apps (normalmente o do computador) e exporto o arquivo para o meu Readwise que funciona como um arquivo de citações de todos os livros que já é que registrei por lá. Existem outras formas de acessar suas notas do Kindle, mas vamos deixar isso para outro momento. Por último, uso o Goodreads para catalogar os livros lidos, os que estou lendo e os que quero ler.
Pode parecer uma bagunça, mas para mim é super natural Quando estou escrevendo algum texto acadêmico, trabalho com o Google Docs, Kindle, Readwise abertos. Acho que farei um vídeo para o canal mostrando esse fluxo na prática. Ainda estou pensando se devo usar um caderno para essas anotações ou continuar usando o BuJo, ou diário.
A dúvida vem porque entendo que o Commonplace book pode funcionar como coleções do BuJo. Vamos ver. Sigo fazendo testes. Só assim posso ver o que funciona e descartar o que atrapalha.
Por hoje, é isso.
Até amanhã!
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